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Imagens místicas

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sexta-feira, 13 de abril de 2012

EU SOU!


        Quando dizem: “SEJA O QUE DESEJAS DO MUNDO.,” – querem dizer: “Seja amável, seja confiável, seja gentil, seja amoroso, perdoe a todos, se dedique a servir o próximo, mesmo que chegue atrasado no trabalho, seja humano, divida você seu pão de hoje com seu irmão com fome, mesmo que você vá ficar sem pão amanhã.
       Faça ao outro o que queríeis que o outro, a vós fizesse. Isso quer dizer que você deve pensar assim: Se eu tivesse fome hoje, e depois de um dia sem comer, eu pedisse comida para alguém, eu gostaria que essa pessoa me desse o que comer?
        A resposta é retórica. Mas, quando é consigo, o fardo é mais pesado, e os ferimentos doem mais.
O efeito sombra consiste em fugir da boa ação, infringindo ao necessitado, a alcunha de vagabundo. Acrescenta (que a sombra nunca se satisfaz), que não está fazendo algo que nunca alguém terá de fazer por ele. Ou seja, o ente crê que jamais vai estar em situação de pedir comida, porque  ele é precavido e previdente. Tão previdente que não dará seu pão de amanhã, para não acontecer de ele mesmo amanhã ter que pedir pão. Além do mais acredita que trabalhou arduamente para ganhar o que lhe pertence, como salário do seu esforço. E passa o infeliz à sua frente com fome.
        Nas sombras o ente bate martelo sobre a questão e crê firmemente que está de consciência limpa, em perfeito ajuste com o universo.
        Todas as ações geram conseqüências. As desastrosas são as que provém da falta de respeito a harmonia da natureza. A falta de respeito por todas as manifestações da vida.

terça-feira, 20 de março de 2012

O Pai da Mentira


Mas, em que momento as trevas se revestiram de tanto charme?
Em que momento ir para o inferno se tornou objetivo e caminho espiritual?
A partir de que momento começaram a acreditar que serão bem recebidos no inferno?
Quando foi que começaram a crer que no inferno não há dor e ranger de dentes?

        O marketing do inferno é bom. Promete realizar todos os seus desejos. Satisfazer todas as suas fantasias. Para sempre. Nem comentam que é preciso pagar. Por que não é preciso pagar.
        Por que não haverá festa nenhuma, tudo o que as trevas precisam é de escravos. Todos nas trevas, sem exceção. São vampiros, precisam de escravos para sugarem suas energias. Apresentam-se com charme e promessas. São mestres na arte de iludir, são exímios fingidores e tudo o que precisam é convencer a segui-los até o inferno, onde quem reclama é ainda mais tolo. Por esperar que as promessas de um ser das trevas pudessem ser cumpridas.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

A vida é mística - A metafísica é real



• Não existe tarde na eternidade. Não existe chegada no infinito.

• A mente limitada, independente do grau de inteligência, não consegue alcançar o “Alto Conhecimento”.

• Faz-se necessário discutir o autoconhecimento, refinamento da cultura mental e espiritual, bem como as bases da educação religiosa. Precisamos dar início ao entendimento do papel da espiritualidade no desenvolvimento e maturação do ENTE HUMANO.

• O Ser Cósmico se forma a partir do que há de místico nele.

• Não distinguir instrução de sabedora, é como não diferenciar diamantes de contas de vidro.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

O Mestre de Si Mesmo - Epílogo


Houve um tempo, a muito tempo, antes ainda do tempo ser contado, em que não haviam impérios. Em lugar nenhum do mundo.
Neste tempo, o planeta era um lugar hostil. Uma floresta cobria todo o continente, árvores enormes se seguiam de costa a costa. Rondavam pelo verde, feras maliciosas, robustas, garras e presas afiadas. Famintas, sedentas. sorrateiras, velozes, furiosas. Sem compaixão, apenas fome. Um átimo de instante, e a fera ataca, surgindo do nada. Comum, era ser estraçalhado por uma fera.
Insetos de variado tamanho, diferentes enxame e mortais ferrões, estavam sempre à procura de sangue, ou defendendo ferozmente seu território e colônia. As chances de sobrevivência eram poucas. Assim, agrupamentos se formavam a distancias consideráveis, pouco se visitavam, e aqueles que se atreviam, eram homens cruéis, destemidos e determinados. Sair a cavalgar por aquelas matas e neve, exigia alto grau de suprema coragem. Ainda assim, para muitos homens e mulheres, de uma época em que não existiam impérios e o verde cobria todo solo, era por demais sufocante permanecer na aldeia. Arriscando a vida na sorte, partiam, esses homens e mulheres, em busca de diferentes lugares. Muitos desapareceram fatiados pelas feras, outros atacados por vespas, outros caiam moribundos a beira do caminho, com febre, infecção, doença ruim, ataque cardíaco, tontura repentina, essas eram considerada as piores mortes. Por que coisas que rastejam, se acercam de quem vai ao chão, e sem cerimônia, arrancam pedaços de sua carne, sendo devorado enquanto vivo, entram pela roupa, pelo ouvido, pela boca do pobre Ente as berros estirado no chão já sem muitos pedaços.
Era tempos difíceis, sair à rua, precisava de muita coragem. Estes eram respeitados e temidas, quanto mais vilarejos houvesse percorrido mais temidas eram. O Ente poderia contar suas histórias de feras e homens maus e assassinos. E contavam notícias de outras aldeias, e traziam artefatos novos e curiosos.

sábado, 23 de abril de 2011

Espiritualidade: Para que saber dela?



Todos quantos falam do consciente coletivo humano tendem a ser sutis e até gentis. Porém a compreensão da intrincada Psique Humana exige um pouco mais que isso.
Entretanto, o indivíduo pode perguntar: “Porque eu deveria saber mais sobre a psique humana?”. O Ente pode não estar interessado em questões mentais e espirituais. Já ouviu falar de uma ou outra coisa, mas, não quer saber mais nada a respeito de nenhuma delas.
É notória e concisa a razão pela qual muita pessoa se mantém a distância da espiritualidade; seguir os “estreitos” caminhos da espiritualidade exige abandonar suas alegrias materiais terrenas. Ilusões que mantém o ente com a estreita visão de que a vida é somente aqui e agora.
A religiosidade está associada a jejuns e meditações. Ações calmas e comedidas, viver apenas com o necessário para seu sustento, sem jamais causar prejuízo a outrem. E, acima de tudo, auxiliar descomedidamente.
É uma visão muito ampla da realidade e assusta a humanidade inquieta e insegura que não consegue conceber um modo de vida assim.
Não podemos definir efetivamente o que é o sofrer, mas não se incomodar com a miséria e a fome a nossa volta é manter uma distância cínica da sociedade em que vive.
Religião e espiritualidade exigem fé e confiança no bom futuro de todos. Exigem ainda, amor incondicional, desapego das riquezas e olvidar-se todas as ofensas.
Entretanto, o medo é ainda o verbo mais posto em ação na atual humanidade, medo de perigos os mais variados: medo do “estranho” próximo, medo do futuro, medo da dor, do abandono, do desamparo, de ser mal tratado ou de depender de pessoas que talvez sejam inescrupulosas.
O Ser Cósmico se forma a partir do que há de místico nele. Mas são tantas as frustrações e incertezas que nos causam angústias, aflição e pânico, que ter fé no bem, e em um futuro fraterno, chega parecer tolice. Daí que nossa sociedade vive ansiosa e insatisfeita.
Um profundo estudo da consciência humana terrena deixa evidente que essas sombras frias emocionais são espaços entre a fronteira do ego (persona) e do interno EU Verdadeiro o SELF, ou o SI MESMO. Por definição conceitual lógica, diante da metafísica, esta fronteira é o não contato consigo mesmo. O Ente está consciente apenas da superfície externa de SI MESMO, e vive apenas para o exterior dos sentidos. Ignora sua realidade dual, seu corpo energético, sua herança cósmica, sua eternidade e legado maior, o infinito.
Compreender a eternidade e entrar em contato consciente com seu “EU” verdadeiro é primordial para o despertar da consciência de SI, para despertar o poder de ser e a liberdade de viver.
É compreensível que é deveras difícil aceitar essa questão da espiritualidade; admitir que exista um mundo invisível com a capacidade de atuar sobre o mundo físico e até sobre nossas vontades e ações, que esse invisível tem consciência de poder atuar sobre nós, é assustador. Faz com que acabemos por ignorar que exista tal fenômeno.
Entretanto, entendemos que,

“A ciência do espírito proporciona o bem geral definitivamente. Concedendo as creaturas a paz e a gratidão por viver (...) restaura nos corações humanos os ensinamentos límpidos do evangelho de Jesus e abre espaço no seio da humanidade para uma religião de realidade interna”. (Hammed – Os prazeres da alma)

Há outra questão intrincada, mas é de relevante importância que se toque nela: Ouvir o nome de Jesus causa uma compressão repentina do corpo energético de muitos indivíduos. Sentem-se acusados; as pessoas geraram culpas que precisam ser expiadas e não estão devidamente preparadas para enfrentá-las agora. Gerou-se uma cultura materialista tão forte que dificulta em muito a compreensão verdadeira e exata das palavras de Jesus.
A harmonia entre nós há vir da harmonia dentro de nós.
A jornada do alto conhecimento é necessária e se faz urgente!
Então temos que fazer a pergunta: “Como encetar esta jornada rumo ao autoconhecimento, como se faz essa conexão com o EU verdadeiro interno?”.
Ou o ente está preparado para despertar para a cultura espiritual, ou vai considerá-la desnecessária.
Esta busca exige trabalho, esforço, investigação, propósito. O que exige tempo e disposição, itens que se encontram apenas no sentimento de urgência e necessidade.


sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Jesus disse-lhe

Lc 9, 51 –62

"Aproximando-se o tempo em que Jesus devia ser arrebatado deste mundo, ele resolveu dirigir-se a Jerusalém. Enviou diante de si mensageiros que, tendo partido, entraram em uma povoação dos samaritanos para lhe arranjar pousada. Mas não o receberam, por ele dar mostras de que ia para Jerusalém.
Vendo isto, Tiago e João disseram: Senhor, queres que mandemos que desça fogo do céu e os consuma?
Jesus voltou-se e repreendeu-os severamente. Não sabeis de que espírito sois animados. O Filho do Homem não veio para perder as vidas dos homens, mas para salvá-las.  Foram então para outra povoação.
Enquanto caminhavam, um homem lhe disse: Senhor, seguir-te-ei para onde quer que vás.
Jesus replicou-lhe: As raposas têm covas e as aves do céu, ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça.
A outro disse: Segue-me. Mas ele pediu: Senhor, permite-me ir primeiro enterrar meu pai.
Mas Jesus disse-lhe: Deixa que os mortos enterrem seus mortos; tu, porém, vai e anuncia o Reino de Deus.
Um outro ainda lhe falou: Senhor, seguir-te-ei, mas permite primeiro que me despeça dos que estão em casa.
Mas Jesus disse-lhe: Aquele que põe a mão no arado e olha para trás, não é apto para o Reino de Deus".

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Apocalipse: Quem vai e quem fica?


Al Gerrimá Keroma, um espírito interno.
...e já há tão pouca coisa a discutir, que só falta mesmo começarmos a fazer.
“Cada qual se creou ao se fundir de partes distintas do Kosmos, e cada qual, por sua fusão e experiência é único na existência.”


Muitos terapeutas, médiuns e místicos, têm recebido mensagens, que chovem das alturas, sobre os mais diversos assuntos.
Entre as mensagens mais difundidas estão as que ressaltam passarmos, a humanidade e o planeta, por um momento de transição drástico. (Já que tudo em a natureza é transição). Neste momento em particular os processos se aceleram, e essa velocidade ampliada, transforma a transição normal em “Transformação”.
A outra mais difundida, é que esta havendo, junto com a transformação, uma separação de seres, os que serão levados a outros planetas e/ou dimensões, e os que permanecerão no orbe terrestre.
Fala-se em alteração de freqüências mentais e dimensionais. Mas, vê-se entre espíritas e místicos uma preocupação quanto a sua posição na escala evolutiva. Muitos são os que temem regredir à planetas inferiores. Muitos serão transportados a planetas em que se usa arco e flecha.
A preocupação maior em parecer bom, ocupando o espaço para a necessidade de fazer o bem, denota, por parte do espiritualista, a necessidade de parecer credor de honras.
Enquanto favelas e mendigos estiverem desamparados, é por que espiritualista mesmo tem muito pouco.
Enquanto existir um com fome, há um egoísta.
Enquanto o egoísmo ditar as normas e as regras do convívio social, não teremos um mundo novo, uma nova era com novos seres humanos.
Quando um espiritualista se desvia de uma conversação terapêutica ou filosófica com outro espiritualista, é por que o primeiro tem divergências ideológicas, e prefere não as por em discussão.
Muitos dos que se dizem espiritualistas ainda estão atrelados a matéria, outros são meros seguidores pragmáticos de um sistema espiritual-religioso, outros ainda querem ser líderes de ordens e grupos, outros ainda prometem proteger do mal e curar e salvar a pessoa de ter que voltar a um planeta pior que esse. Citam versículos e pedem que as pessoas orem cada vez mais.
Mas, o mal está na falta de atitude, na não mudança integral do pensamento e do julgamento.
Oramos e meditamos muito, mas agimos mal.
Dizem os Seres extra dimensionais, que o número dos que pensam no bem e auxiliam, tem se multiplicado no planeta.
A questão aqui é, porque místicos e espiritualistas divergem entre si sobre questões ideológicas.
Vejamos: Eu sou eterno, Tu és eterno, Ele é eterno...
Não sei qual é a discussão.
Se for por amor não pode haver discórdia.
Se for para o bem não há o que discutir.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Comentário no blog: A árvore do bem e do mal (?)


Blogger Giovanni Alecrim disse...
Aqui caímos numa discussão antiga da teologia cristã: Deus criou o mal? Como teólogo, mais liberal que conservador, preciso dizer-te, caro Antenor Emerich, que esta questão, que já dividiu Igrejas e provocou muita briga, não se encontra fechada. Aliás, este é um dos mistérios da teologia que a torna, para mim, fascinante: preciso fechar questão em tudo? No caso da "da árvore do conhecimento do bem e do mal" (Livro da Gênesis 2.17) é preciso ver aqui a soberania do criador a ponto de dar aos seres criados dotados de discernimento a possibilidade de amar ou não seu criador. Deus não criou marionetes, criou seres pensantes, que pela razão e pela fé, somados, são "irresistivelmente atraídos" ao criador. Creio que, mais que arrumar um culpado pela queda, temos que ter a consciência que a queda está em nós, todos cometemos atos reprováveis aos demais humanos. Como lidamos com o mal que há em nós? Eu foco na pessoa de Jesus, o Cristo, para que por ele, seu exemplo de vida e sacrifício vicário, eu encontre uma vida melhor, uma vida aprovada perante o criador e que não precisa de propaganda perante os demais humanos, ela é vista e sentida. Sou perfeito? Não, nem tenho essa pretensão, apenas sei o caminho que devo seguir, mas como disse São Paulo em sua carta aos Romanos: "Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço." Portanto, luto contra o mal que não quero, para que eu consiga fazer o bem. Onde está essa árvore? Em mim? Em você? Ou no próximo? Eu creio que ela está em mim, e me convida todo dia a comer seu fruto. Se eu como ou não, é responsabilidade minha.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A árvore do bem e do Mal (?)


(Filosfia Mística) 

As quatro estações
Então, na cultura Judaico-greco-cristã, há um Deus Jeova, que Creou tudo e de tudo o que creou creou um paraíso de delícias e o homem e a mulher que ali viveriam tranqüilos e felizes pela eternidade.
Desde, que, não tocassem em duas coisas. Na árvore do conhecimento do bem e do mal e na  árvore da vida.
Mas no Paraíso, haveria Deus, por que tipo de necessidade, plantar uma árvore que contivesse, o mal?
Chega a ser tolo!
Se creou Deus o bem e o mal, o mal tem um papel na história. Sem julgamentos ou objeções. Até por que o mal é um conceito e/ou um preconceito, não de forun definidos ainda.